quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Setor responsável pela divulgação da Câmara faz confraternização


Nunca a Câmara Municipal de Aracaju, foi tão divulgada o quanto está sendo neste ano de 2009. Nunca o trabalho dos vereadores desta cidade, ganhou tanta notoriedade o quanto está tendo nesta gestão de Emmanuel Nascimento-PT.

Tudo isso é respaldado por uma administração que tem dado todo o apoio à sua Assessoria de Comunicação, que tem à frente os jornalistas: Alexandra Brito e Max Augusto, coadjuvados por uma equipe competente que conta com o jornalista Fernando Pereira e os universitários: Luana, Viviane, Nailton. Bruna Carvalho e Iana, além do grande repórter fotográfico, Cesar Oliveira, os fotógrafos Eribaldo, Valéria e a secretária Cristina Siqueira, os seus auxiliares.

Se não bastasse esta equipe competente, a Câmara ainda conta com o trabalho importante da turma do Câmara em Ação, comandada por Salarinho e sua equipe, além do grande trabalho desenvolvido pela turma do setor de informática, com Marcos e Marcão. À estes compentrados profissionais a Câmara deve tudo de bom que conseguiu neste ano de 2009, em termos de divulgação de todo o seu trabalho e dos vereadores, não só no plenário, mas, em todo o estado de Sergipe. Parabéns Emmanuel Nascimento, parabéns Assessoria de Comunicação.Quem em 2010 obtenha ainda mais sucesso.

Para brindar o sucesso de 2009, a comandante do setor, Jornalista Alexandra Brito e sua equipe, realizou uma bela confraternização em uma das casas de show da Orla da Atalaia, com direito a troca de brindes, discursos e tudo que esta equipe tem direito, tudo isso custeado pelos próprios integrantes da Ascom e com a participação apenas dos seus integrantes. Que belo exemplo.......

domingo, 6 de dezembro de 2009

Para os contra, está aí a resposta do Mengão



è minha gente, o rubronegro mais querido do Brasil, é o campeão brasileiro de 2009, conquistando num jogo difícil, o título de um campeonato que é o mais equilibrado do mundo. Para a alegria, dos meus amigos, Cláudio Nunes, Jason Neto, Perereca, Juvêncio Oliveira e outros espalhados por este país, Podemos gritar bem alto. Mengão è campeão. "Eu teria um desgosto profundo, se faltasse o Flamengo no Mundo" Vencer, vencer, vencer, uma vez Flamengo, Flamengo até morrer......

sábado, 5 de dezembro de 2009

Motinha garante que em 2011 haverá eleição no Sergipe



O presidente do Sergipe, Antonio Soares da Mota, o polêmico Motinha, afirmou ontem que, na marra, ninguém consegue assumir a presidência do clube.

Em uma longa entrevista à Cooperase, Motinha apresentou duas pastas repletas de documentos contábeis, onde segundo ele estão todos os acordos firmados, cópias de contratos e demais comprovantes do que entra e sai, no que se refere a vida financeira do Sergipe. Motinha confirmou também, que já no início de janeiro/2010, estará lançando a campanha sócio torcedor com direito a voto, cujo valor da mensalidade será de 20,00.

Sobre os conselheiros, Motinha garante que dos que formam o grupo que quer assumir o clube, apenas dois pagaram a primeira mensalidade como sócio, cujos nomes serão avaliados para se aprovados passarem a ser conselheiros do Sergipe. Segundo o presidente rubro, os demais, como não pagaram nada, sequer são sócios, quanto mais conselheiros.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

ANDRADE O PRIMEIRO TREINADOR NEGRO A SER CAMPEÃO BRASILEIRO DE FUTEBOL



No próximo domingo, o futebol brasileiro poderá ficar marcado por um fato inédito e que trata do fim do apartheid, pois se o Flamengo se tornar campeão, teremos pela primeira vez na história, um treinador Negro, erguendo a taça de campeão do Brasil.

Que o mineiro Andrade mereceu ganhar este título, ninguém tem dúvida. O simpático e educado treinador, tem raízes rubronegras, foi campeão várias vezes e formou um dos melhores trios de meio campo que o Brasil já viu, ao lado de Zico e Adílio e com certeza, dentro da simplicidade que o caracteriza, terá também uma bela carreira.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Capítulo IX Um pouco de mim


Apesar das dificuldades, Zizinho foi tocando a vida ao lado de dona Dula a sua avó querida, uma pessoa tão meiga, que não há como se adjetivar. Uma mulher que aos dezoito anos, mãe de três filhas, Alzira,Silvina e Mariquinha, depois de muito sofrer nas mãos do marido, resolveu acabar o casamento e nunca mais teve relação com qualquer homem, além falecer, já com oitenta e três anos de idade.

Vendo a dificuldade que Zizinho estava enfrentando para manter a casa, Dula resolveu aceitar o convite da sua filha Alzira e foi morar em Jeremoabo, deixando o seu neto na casa do irmão Eronildes e da esposa Neuza, aquela mesma que sempre maltratou a velha Dula. Naquela casa, Zizinho começou a viver um inferno astral.
E como gostava e jogava muito futebol, mesmo trabalhando nas olarias, teve um momento de muita tristeza, quando machucou-se num jogo e não pode trabalhar, portanto no final de semana, faltou dinheiro para dar a Eronildes para ajudar nas compras.

Revoltado, Eronildes ordenou à sua mulher que mandasse Zizinho procurar onde ficar, pois naquela casa, só comia quem ajudasse nas despesas. Cabisbaixo, triste e sem ter a quem recorrer, Zizinho buscou ajuda com uma senhora amiga da sua falecida mãe, de nome Celina. Esta senhora o acolheu, porém com uma condição, lhe dava o café da manhã, mas não o queria em casa durante o resto do dia e nem tão pouco à noite.

Para quem não tinha nada e não melhorava da contusão, aquilo era muito. à noite Zizinho ficava assistindo a briga de galos numa rinha em frente ao boteco de Pedrinho, e, quando todos iam embora e apagavam as luzes, ele retirava a bosta dos galos e deitava no pó de serra alí colocado e amanhecia o dia. Muitas noites impossibilitado de dormir na rinha de galos, o garoto guerreiro, terminava dormindo na biqueira da casa do Sr. Edmundo, tarefa que ficava muito ruim quando era noite de chuva, porque a água batia no chão e sempre terminava molhando as sua roupas, que na época eram poucas, ou melhor, só uma. ( depois tem mais)

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Capítulo VIII - UM POUCO DE MIM


Retornando a Aracaju e encontrando Dula sendo maltratada por Eronildes e Neuza, Zizinho tomou uma decisão, expulsou o casal e mesmo menino, assumiu o comando da casa e ficou morando com Dula a sua avó.

O que fazer para manter a casa, menino, sem trabalho e sem dinheiro? Não teve dúvidas, foi às olarias, eram quatorze naquela região, para procurar trabalho. A primeira olaria a procurar foi a do senhor Miguel, um cidadão rígido, sério e de poucas conversas.

Ao perguntar se tinha alguma vaga para trabalhar, teve que responder se, estava alí para trabalhar para comer, ou queria apenas se divertir. Ao afirmar que era para comer e sustentar a sua avó, foi logo admitido. Como era muito franzinho e nunca tinha trabalhado duro, o Sr. Miguel o ordenou a trabalhar conduzindo apenas quatro tijolos para colocar no forno, ao invés dos dez ou doze que eram carregados pelos outros empregados.

Como só carregava quatro tijolos por vez, Zizinho teve um salário bem inferior aos demais, porém o suficiente para comprar alimentos para ele a sua querida avó. O tempo foi passando, o garoto foi crescendo e nas horas de folga, jogava suas peladas no campo do Náutico, onde hoje existe o conjunto D. Pedro I. Á noite passava o tempo no boteco de Pedrinho, onde hoje funciona um posto de combustíveis e em seguida, por volta das 20h30 ia deitar-se, pois a lida do dia seguinte era pesada e o horário de chegar na olaria era muito cedo, 05h30 da manhã.

Como jogava direitinho, o garoto Zizinho foi levado ao juvenil do Confiança, por Beto,(hoje já falecido), um meia direita, que na época era o melhor jogador do
futebol sergipano. De imediato foi aprovado pelo técnico Barriga, também já falecido, e passou a jogar pelo juvenil do time proletário, isto no início da década de sessenta. Como não ganahava nada para jogar e precisava manter a casa, Zizinho trocou o Confiança, pelo amador do Agamenon, cujo presidente era o Sr. Joel, um professor, que ainda hoje mora naquele conjunto habitacional e todos os sábados lhe dava um ajuda para as despesas. (amanhã tem mais)

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Capítulo VII - uma nova vida


com a morte de dona Mariquinha,, o quarteto Carlos Roberto, Dula, Eronildes e Zizinho,teve que começar uma nova vida. Eronildes, convivia com Neuza que lhe deu três filhos, Carlos foi conviver com Lauzita, uma mulher com a qual já mantinha um relacionamento,(sigiloso), mesmo antes da morte de Mariquinha. Sobraram Dula e Zizinho. Uma das casas, a de número 320 no bairro Matadouro, onde moravam, ficou para os filhos de Mariquinha, a de número 375, um pouco menor e mais alguns béns, ficaram com Carlos, além de todo o dinheiro que a falecida havia juntado num cofre, durante vários anos, pois ele tratou de esconder.
Antes do falecimento de Mariquinha, Zizinho estudava em duas escolas particulares e ainda tinha que fazer banca na casa da esposa de José Eugênio de Jesus, hoje com 91 anos de vida e um dos maiores cronistas esportivos de Sergipe. Dona Dula uma senhora idoso e que we virava lavando e passando roupas, ficou com Zizinho, porém o dinheiro que ganhava não dava para as despesas. Restava ao garoto, deixar de estudar e buscar trabalho nas olarias, que rem muitas naquela região.
Mesmo sem costume, Zizinho foi à luta, trabalhava pelo dia na Olaria do velho Dunda, que inclusive era seu padrinho de batismo, pai do garoto Orlando, hoje dono da rede de lojas Imperador. À noite Zizinho conseguiu uma vaga para estudar no Colégio Senhor do Bomfim, da professora dona Ednelsa, no bairro Siqueira Campos, a qual comovida com a história do garoto, dispensou o pagamento de mensalidades.
No final de cada tarde, Zixzinho ainda encontrava tempo para bater uma peladinha no campo do Náutico, no bairro Matadouro e dalí aos quatorze anos de idade, foi levado pelo grande jogador Beto (falecido) para jogar nos juvenis do Confiança.
Como não ganhava dinheiro para jogar, Zizinho tentou a sorte na vizinha cidade de Salvador, mesmo sem ter nenhum conhecido. Lá chegando, teve que fazer de tudo. Trabalhou num Bar servindo cafezinho, depois foi vender resto de carnes na feira do São Joaquim, Baixa do Fiscal e São Caetano. Desiludido voltou para Aracaju, para tomar conta da sua avó dona Dula, que havia ficado com Eronildes e Neuza e estava sendo muito maltratada. (aguardem o próximo capítulo)