segunda-feira, 11 de outubro de 2010

CEOT - REALIZA PRIMEIRA CAMINHADA PELA SAÚDE

O  CEOT -  Centro de Especialidades em Ortopedia e Trauma, convida os moradores do bairro Siqueira Campos e adjascências, a participar da  primeira caminhada da Clínica Ceot - Fisioterapia, localizada na rua Carlos Correa, 452.

A Caminhada acontecerá no dia 17/10, com saída às 07h00, fazendo o seguinte percurso:

Saída em frente à Ceot, seguindo pela rua Bahia até a Avenida Desembargador Maynard, retornando pela rua Pernanbuco até a chegada ne frente da Ceot.

Você é nosso convidado, venha participar !!  haverá sorteio de prêmios,  café  da manhã, aferição da pressão arterial e exame de glicemia.

Adquira a sua camisa por apenas  R$ 10,00, compre uma camisa e leve duas !!

Não perca,  venha participar e traga  um acompanhante.  "Caminhar  faz em à saúde"..

sábado, 9 de outubro de 2010

CMA promove palestra sobre 'Qualidade de vida no trabalho'



Fonte : ASCOM  - CÂMARA
Nailton Andrade e Alexandra Brito

O presidente da Câmara Municipal de Aracaju (CMA), Emmanuel Nascimento (PT), abriu a palestra sobre 'Qualidade de vida no trabalho', organizada pela equipe de fisioterapia Mais Físio. O evento aconteceu na manhã desta sexta-feira, 8/10, no plenário da Câmara. "Esta atividade hoje aqui também está acontecendo em vários lugares de Aracaju. A nossa preocupação é debater sobre saúde pública, para que a população tenha melhor qualidade de vida", disse o vereador.

O Legislativo de Aracaju tem oferecido, duas vezes por semana, a atividade de ginástica laboral para seus servidores. A palestra tem como objetivo conscientizar cada vez mais os servidores sobre a importância de valorizar a saúde e consequentemente seu bem-estar. "Iniciamos este projeto aqui na Câmara no mês de novembro de 2009, inicialmente com a duração de três meses, mas com o bom resultado e rendimento dos funcionários, continuamos com esse trabalho. A nossa pretenção é criar uma lei para que essa atividade seja consolidada", falou Emmanuel.

Durante a palestra, um dos representantes da Mais Físio, Jorge Alberto, abordou o estresse como uma das principais patologias que afastam o indivíduo do seu trabalho. "Esse conjunto de reações que o organismo desenvolve ao ser submetido a uma situação que exige esforço para adaptações, nesse mundo cada vez mais globalizado e de avanços tecnológicos, está fazendo o poder público e também a iniciativa privada, promover ações como esta aqui na Câmara", disse Jorge, mostrando ainda, através de slides os vários sinais, sintomas e fontes que provocam o estresse. O fisioterapeuta mostrou ainda uma programação de atividades específicas que serão desenvolvidas até o final deste ano, com todos os servidores da Câmara.

Informatização

A inclusão digital dos servidores e o processo tecnológico da Câmara também foi abordado por Emmanuel. "Nós precisamos avançar nesse conhecimento para agilizar os trabalhos desta Casa. Hoje com a divulgação pela internet, da rádio web e do programa Câmara em Ação as ações do Legislativo de Aracaju está sendo vista de forma transparente não só em Sergipe, mas em todo mundo. Nosso próximo passo é lutar para a construção da sede própria desta Câmara, com uma estrutura moderna, para acomodar bem os servidores e consequentemente poder servir melhor ao povo de Aracaju", declarou .

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

A QUADRILHA QUE DERRUBOU ZICO

Os delinqüentes que afastaram ZICO do comando do futebol rubro-negro — e com isso enterraram o único projeto sério, em trinta anos, de fazer do Flamengo um clube moderno e vencedor —, são gente com nome e sobrenome, e com dois temores muito claros.

O primeiro, de mais longo prazo, o medo do projeto do ZICO e de todo rubro-negro de bem de dar autonomia estatutária ao futebol. Implementado, tiraria o futebol das mãos incompetentes dos que, ao longo dos anos, não fizeram mais que locupletar-se às custas de nossa maior paixão, enquanto o Flamengo caminhava a passos largos para a irrelevância.

O segundo, muito mais imediato, o pânico à limpeza que ZICO vinha promovendo nas divisões de base, cortando as asas de empresários nefastos e de seus agentes internos — verdadeiros quinta-colunas, interessados muito menos na máxima em desuso de que “craque o Flamengo faz em casa”, e muito mais na regra vigente de que craque o Flamengo vende cedo, a preço camarada, para desfrute máximo de seus cartolas e benefício nenhum para clube e torcida.

Do primeiro temor trataremos oportunamente, eis que a discussão aí é muito mais filosófica, e tem a ver com a definição de quem é o dono do Flamengo, 5 mil sócios ou 40 milhões de torcedores. Basta, por ora, registrar a declaração ouvida há pouco nos corredores do clube, em apoio aos que apunhalaram o ZICO pelas costas:

“O Flamengo é dos sócios, será gerido pelos sócios, para os sócios e em benefício dos sócios. A torcida que se foda. Se os sócios decidirem que o futebol ficará em segundo plano, assim será feito.”

O segundo, no entanto, é o cerne da disputa que terminou com a recente demissão de nosso ídolo maior, num processo de fritura e intimidação que envolveu até ameaças de morte ao ZICO e a sua família. Dele participaram ou beneficiaram-se diretamente os senhores Hélio Ferraz, Leonardo Rabelo, Michel Levi, George Helal, Walter Oaquim e Leonardo Ribeiro. Nele permaneceu omissa, qual Pôncio Pilatos, a senhora Patrícia Amorim, que não teve a retidão e o caráter suficientes para escolher entre ZICO e a canalha que a elegeu.

É justa e santa a ira contra o sr. Leonardo Ribeiro, mas o repugnante Capitão Leo — escroque conhecido e de vasto prontuário — é apenas o elemento mais visível de uma quadrilha chefiada e integrada por gente muito mais graúda. Com capacidades e talentos reconhecidamente modestos, limita-se a intimidar, com seus camisas pardas, os que ousarem erguer a voz contra o esquema de pilhagem dos cofres rubro-negros, comandado hoje por Hélio Ferraz e Leo Rabelo. Também põe a serviço da quadrilha os conhecimentos contábeis que aprendeu com o ilibado Eduardo Vianna, na FERJ, aonde chegou apadrinhado por ninguém menos que Edmundo dos Santos Silva.

O verdadeiro capo mafioso, aqui, é Hélio Ferraz. Trata-se do mesmo incompetente de passagem absolutamente esquecível pela presidência do clube, logo após a débâcle de Edmundo dos Santos Silva. Os tempos duros, e a conseqüente redução das expectativas da torcida, permitiram a Helinho passar incólume pela presidência, sem chamar muita atenção para sua incompetência. Mas já era o mesmo Helinho que faliu um estaleiro, no começo dos 90, e que poucos anos antes despertara a nossa vergonha alheia com uma campanha absolutamente pueril para o Senado. O mesmo Helinho cujos escassos conhecimentos futebolísticos lhe permitiram dizer, com a cara mais séria do mundo, que seu grande ídolo no esporte era Marcelinho Carioca!

Pois foi Hélio Ferraz o avalista político da eleição de Patrícia Amorim. Foi Helinho quem lhe deu viabilidade política ao amarrar o rabo da ex-nadadora ao do empresário Leo Rabelo. Rabelo era o dono das divisões de base do Flamengo à época de Edmundo dos Santos Silva, quando contava com o pleno aval dos senhores George Helal e Walter Oaquim. Apadrinhado pelos dois, continuou locupletando-se no mandato do Sr. Hélio Ferraz, mas subitamente viu sua influência reduzir-se quando os dois caíram em desfavor, com a eleição de Márcio Braga. Saudosos de tempos mais gordos, Helinho, Rabelo, Helal e Oaquim viram na inconsistente Patrícia Amorim — sem conhecimento nem interesse algum no futebol — sua oportunidade de ouro para voltar a prosperar às custas do Flamengo. Asseguraram-se, para isso, de controlar, além da presidenta decorativa, o Conselho Fiscal do clube, onde puseram ninguém menos que o sr. Leonardo Ribeiro. (Esqueçam a conversa mole de que o Capitão Leo é oposição, uma vez que o cargo seria tradicionalmente da oposição: Leonardo Ribeiro há anos é assessor parlamentar e camisa parda de Patrícia Amorim na Câmara de Vereadores do Rio.)

Sob o comando dessa gente, as divisões de base passaram a ser nada mais do que uma vitrine onde o Sr. Leo Rabelo expunha seus produtos. Aí passaram a envergar o Manto Sagrado garotos sem nenhum vínculo empregatício ou federativo com o clube, atletas que tinham 100% do seu passe atrelado exclusivamente a Leo Rabelo e empresários amigos, e por cuja venda o clube não auferia um único centavo de benefício. Mais do que nunca e mais do que ninguém, os moralistas de palanque que bradam contra a “privatização” do futebol rubro-negro, que não reconhecem limites éticos ou legais na luta contra a autonomia do futebol, efetuaram sua própria privatização do setor mais estratégico do clube.

Os interesses da quadrilha não se limitam às divisões de base. Envolvem também os negócios escusos em torno dos ingressos, em parceria com a BWA. O esquema é o responsável pelo prodígio de os ingressos para jogos do Flamengo custarem, em média, R$ 15,00 a mais do que os dos rivais. Supervisa o esquema o sr. Eduardo Moraes, que atende por Vassoura e coincidentemente é genro do onipresente Hélio Ferraz. Mas quem efetivamente ordenhava essa vaca leiteira, até recentemente, era o Sr. Flávio Pereira, que até hoje desfruta injustamente do anonimato. Injustamente porque se trata de ninguém menos que o dirigente acusado de pedofilia, de corromper meninos das divisões de base (sempre as divisões de base!), flagrado por sócia do clube, em fevereiro, “acariciando ostensivamente o órgão sexual de um menino de dez anos”. Uma acusação decerto revoltante, mas incapaz de embrulhar o estômago da Srª Patrícia Amorim, em que pese o fato de nossa presidenta também ser mãe: a pedido de Helinho, Flávio Pereira continuou ocupando o cargo lucrativo para o qual fora nomeado, e somente foi exonerado quando o clamor público ameaçou tornar-se insuportável.

Foi esse o cenário com o qual o ZICO se deparou ao assumir o futebol rubro-negro, em 30 de maio passado, com projetos de autonomia e seriedade administrativa. Sua nomeação foi um gesto desesperado de uma presidenta acuada politicamente, que via sua gestão fazer água menos de seis meses depois de começar. O técnico Andrade e o vice de futebol, Marcos Braz — a dupla que, com mais acertos que erros, havia conquistado o hexacampeonato —, haviam sido demitidos em 23 de abril, depois de o time se classificar aos trancos e barrancos para a segunda fase da Libertadores. Com o time eliminado, em seguida, pela Universidade do Chile, Patrícia Amorim passou a temer o desfecho inglório do impeachment, nas mãos de uma oposição que começava a se estruturar e de aliados para quem a utilidade da presidenta se esgotara no momento mesmo em que lhes abriu os cofres da Gávea.

Assim foi que o Galinho voltou para casa cheio de ilusões e projetos ambiciosos, que exigiriam o apoio decidido da presidenta para concretizar-se. Para Patrícia, no entanto, ZICO era apenas uma cartada política de curto prazo, um gesto que daria tempo e fôlego a sua gestão inepta, um fusível a ser queimado na primeira oportunidade, quando a destruição do ídolo e mito lhe fosse politicamente conveniente.

Os primeiros atos de ZICO voltaram-se, justamente, para a moralização das divisões de base. Com a autoridade que ainda não fora minada por Patrícia Amorim, o Galinho pôs fim à farra de Leo Rabelo, da qual se beneficiava a máfia aqui identificada. Pôs no olho da rua todos os atletas que envergavam o Manto Sagrado sem vínculo federativo com o clube, atletas ali postos, como numa vitrine, por seu proprietário, Leo Rabelo, para valorizar-se e ser vendidos. Subitamente, nas divisões de base do Flamengo, deu-se essa coisa prodigiosa: só jogavam atletas do Flamengo, e a máfia comandada por Hélio Ferraz perdia ali seu negócio mais promissor.

Ato contínuo, a quadrilha passou a obstaculizar a gestão de ZICO de todos os modos, legais e ilegais, a seu alcance. Mobilizou, sobretudo, o vice-presidente financeiro, Michel Levi, e o presidente do Conselho Fiscal, Leonardo Ribeiro, que passaram a entravar toda e qualquer contratação encaminhada por Zico. Diogo e David, contactados muito antes, só puderam ser legalizados na véspera de expirar-se o prazo final, imposto pela CBF. ZICO reagiu, assinalando o óbvio: que um clube de futebol que pretenda ser exitoso não pode funcionar nessas bases, e o departamento de futebol precisa de autonomia administrativa e financeira. Foi a gota d’água para a quadrilha: declarou-se guerra aberta a ZICO. Começaram a circular boatos infundados, jamais comprovados, sobre a atuação de seus filhos em contratações, prontamente reproduzidos por canalhas menores da imprensa. Leonardo Ribeiro, bandido conhecido, não hesitou mesmo em ameaçar de morte o nosso ídolo maior e sua família.

Patrícia Amorim omitiu-se o quanto pôde. Fez que não era com ela enquanto lhe foi possível. Diante, no entanto, do ultimato da quadrilha que a elegeu e lhe dava sustentação, não teve um segundo de dúvida: ficou com a quadrilha, contra o ZICO. Encerrou-se assim, em 30 de setembro, a gestão de ZICO à frente do futebol.

Em quatro meses de gestão, ZICO, que afinal de contas é humano, terá cometido acertos e erros. Deixemos aos canalhas menores da imprensa esportiva o exercício indigno de enumerar os segundos, reproduzindo, como se dignas de consideração fossem, as barbaridades que hoje bosteja qualquer Capitão Leo. Aqui importa apenas registrar que, naquelas questões que mais dizem respeito à construção de um Flamengo forte, soberano e hegemônico — questões como a autonomia do futebol profissional e a reconstrução das divisões de base —, ZICO esteve sempre do lado certo, sempre com a visão clara e as intenções puras.

Para quem tinha olhos de ver, ZICO clamava há muito pelo apoio decidido de Patrícia Amorim. Atacado, cada vez mais publicamente, pela máfia que elegeu Patrícia, nosso ídolo maior precisava que, ao menos uma única vez em sua carreira política sem brilho, Patrícia Amorim se posicionasse claramente em favor de um grupo e contrariamente a outro. O Galinho aceitara o cargo, afinal de contas, porque confiava na capacidade da presidenta de, chegado o momento, comprar as brigas certas, e por elas arriscar-se a desagradar grupos poderosos, que há muito entravam o progresso do Flamengo.

ZICO obviamente se equivocou quanto à integridade e à coragem de Patrícia Amorim, que ao fim e ao cabo nunca foi mais que uma politiqueira vulgar — um desses sobreviventes talentosos apenas na arte de estar bem com todo o mundo, que passam pela vida política sem a consideração de legar-nos uma única idéia nova, um único projeto original. Já desvencilhada do ZICO, aparece agora, com a cara lavada habitual, fazendo promessas vagas de levar adiante o projeto da autonomia do futebol, sem no entanto romper com os elementos criminosos que, para matar uma idéia assim no nascedouro, foram capazes de atirar lama até mesmo no nome santo do maior ídolo da história rubro-negra.

Patrícia Amorim obviamente passará, a menos que os sócios de hoje decidam abrir mão de qualquer aspiração à grandeza, e transformem o Flamengo num clube meramente social. Excetuada essa hipótese, Patrícia é pequena demais, inconsistente demais, incompetente demais para a tarefa maiúscula de gerir os destinos da maior paixão de 40 milhões de brasileiros. Patrícia passará, mas o câncer que atrás dela se esconde — Helinhos, Oaquins, Levis, Helais, Rabelos e quantos capitães ou sargentos empregarem  precisa ser extirpado, se queremos voltar a ser grandes.

A grandeza começa por respeitar a nossa própria história, por respeitar o nome, a memória e a imagem de nossos ídolos e heróis. Passa por não transigir jamais com quem pretenda diminuir um ZICO para agarrar-se a uma boquinha, por não compactuar com quem se sinta no direito de julgar o rubro-negrismo de ninguém menos que Artur Antunes Coimbra. E começará a ser resgatada no dia em que os sócios escorraçarem da Gávea, para todo o sempre, personagens nefastos como Hélio Ferraz, Michel Levi, Leo Rabelo, George Helal, Walter Oaquim e Leonardo Ribeiro.

Saudações Rubro-Negras,



Direção de Escola Municipal realizará passeio ciclístico

A direção da Escola Municipal José Prado Franco Sobrinho, localizada no loteamento Maria do Carmo, realizará na próxima sexta-feira, 8, um passeio ciclístico para os estudantes da instituição de ensino. A atividade, que faz parte do projeto do Meio Ambiente desenvolvido pela escola, contará com a participação de aproximadamente 100 alunos e tem como objetivo sensibilizar a comunidade local e os jovens sobre a importância da preservação ambiental.

De acordo com a diretora, Djanira Nascimento os alunos do 6º e 7º anos do turno da manhã, vão percorrer os conjuntos Marcos Freire I e II e João Alves. Segundo ela, para garantir a segurança e o bem estar dos participantes, a ação contará com o apoio da Superintendência Municipal de Trânsito e Transporte, que disponibilizará agentes para controlar o tráfego de veículos no local.

Além disso, o Serviço de Atendimento de Urgência (SAU) do município também apoiará o passeio, com uma ambulância e profissionais capacitados para realizar atendimentos médicos, caso seja necessário. “Contamos com a presença de todos os alunos, para que possam participar do passeio ciclístico, que será a culminância do nosso projeto do Meio Ambiente, iniciado em abril deste ano. Aproveito para convidar a comunidade e os pais de alunos para no acompanharem a finalização dessa atividade tão importante”, disse Djanira Nascimento.



terça-feira, 5 de outubro de 2010

Eleições no Sergipe podem acontecer ainda este ano

Finalmente acabou o mistério. A Justiça determinou a prorrogação da intervenção no Clube Esportivo Sergipe e abriu espaço para que a eleição para a nova diretoria  seja realizada ainda este ano. 

Se era isto que os conselheiros queriam, agora é só se entenderem  e realmente buscarem as soluções que coloquem o clube rubro no lugar que merece.  A responsabilidade é muito grande e os novos dirigentes não podem errar, pois se isto acontecer,  serão cobrados pelos torcedores, notadamente aqueles que diariamente  ficam fazendo comparações. Preparem-se bem e busquem de todas as formas  o caminho da união, pois os que antes eram  estilingue, agora passarão a ser vitrine.

CAPS Marta Barreto promove bazar

O Centro de Atendimento Psicossocial (CAPS) Marta Barreto promoveu nesta terça-feira, 5, um bazar beneficente. A ação aconteceu durante todo o dia em frente à sede do CAPS, que fica localizado no conjunto Marcos Freire I, em Nossa Senhora do Socorro. Segundo informações de uma das organizadoras do bazar, a oficineira Vera Maria Andrade, o objetivo do bazar, que conta com a participação de funcionários, usuários e da comunidade é arrecadar fundos para serem direcionados ao lazer dos usuários.


''Aqui tudo é comercializado a R$ 1, desde blusas, shorts, calças, vestidos e bolsas. Apenas os calçados é que nós cobramos R$ 3. Quem tiver interesse em fazer doação é só trazer e deixar aqui no Caps Marta Barreto. Aceitamos todo tipo de doação de produtos usados”, disse.

A coordenadora do Caps Marta Barreto, Edjane Mendes da Silva, disse que o atualmente o Caps atende cerca de 280 usuários, e que esse tipo de evento é justamente para promover a Inclusão Social e Cidadania para estas pessoas. “É impressionante como eles gostam desse tipo de ação e participam, tanto fazendo doações como comercializando-as”, informou.

De acordo com ela, no próximo dia 21 haverá outro bazar muito maior na praça do conjunto João Alves, que contará com a participação de todos os quatro Caps do município. “Além destes produtos usados também serão comercializados artesanatos produzidos pelos próprios usuários”, informou.

A dona de casa e usuária do Caps, Rosemeire de Jesus, de 50 anos de idade, afirmou que o bazar é uma ótima oportunidade, pois além da pessoa poder adquirir um produto bem conservado por um preço baixissimo, é também um trabalho voluntário. “Hoje em dia é muito difícil conseguirmos comprar uma roupa com R$ 5 e aqui com esse valor eu enchi a sacola”, disse satisfeita.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Plano Local de Desenvolvimento será discutido em Socorro

 Na próxima quinta-feira, 7, a prefeitura municipal de Nossa Senhora do Socorro, através da Secretaria da Agricultura, Irrigação, Meio Ambiente e Pesca, irá realizar uma oficina de construção do Plano Local de Desenvolvimento (PLD). O encontro, que tem como objetivo discutir a aqüicultura do município, vai acontecer no salão Paroquial da Igreja matriz, na sede de Socorro.


O evento contará com a parceria do Ministério da Aquicultura e da Pesca, Secretaria de Estado do Planejamento, Universidade Federal de Sergipe ( UFS), além da participação das Associações dos Piscicultores e dos Maricultores (MANI) de Socorro.

De acordo com o adjunto da Agricultura, Irrigação, Meio Ambiente e Pesca, Carlos Valério, o objetivo principal da reunião é traçar novo projeto para o desenvolvimento da Pisicultura do município, gerando emprego e renda para a população socorrense.

''Através das oficinas vamos saber qual a situação atual da piscicultura em Socorro, e a partir daí elaborar projetos e efetuar propostas individuais para cada propriedade que se adeqúe a essa atividade pesqueira como fonte de renda e de sobrevivência. Nosso intuito é o de sempre, trabalhar para melhorar a qualidade de vida do povo de Nossa Senhora do Socorro”